terça-feira, 25 de abril de 2017

Aves observadas em área de brejo

Na última postagem falamos sobre as aves aquáticas, aquelas que vivem e se alimentam em represas, lagoas e rios.
Hoje vamos mostrar um pouco sobre outras espécies que vivem em brejos e próximos a áreas alagadas. Esse tipo de ambiente sempre proporciona aos observadores bons momentos e quase sempre sucesso nas fotos.
Todas as aves abaixo foram fotografadas ao lado de duas lagoas, as mesmas do relato anterior. São muitas espécies em um mesmo local, lá é muito rico em água, cantos e cores.
Mas uma ave em especial nos chamou a atenção, estou falando do Curió, espécie que ainda sofre com a caça e é triste pensar que o egoísmo do ser humano é tanto que ele quer ser livre, mas aprisiona outros seres.

Curió - Sporophila angolensis (Linnaeus, 1766) 
O João botina do Brejo é o mais difícil de ser fotografado, quase não sai do meio da vegetação e quando resolve sair movimenta-se muito rápido e pula de um lado pro outro.
Já a Freirinha, Curitié, Chopim do brejo, João porca, Tesoura do brejo e Garibaldi são os mais fáceis de serem vistos e fotografados.

João botina do brejo - Phacellodomus ferrugineigula (Pelzeln, 1858) 
Garibaldi - Chrysomus ruficapillus
Curutié - Certhiaxis cinnamomeus (Gmelin, 1788) 
Tesoura do brejo - Gubernetes yetapa (Vieillot, 1818) 
Coleiro do brejo - Sporophila collaris (Boddaert, 1783) 
João porca - Lochmias nematura (Lichtenstein, 1823) 
Chopim do brejo - Pseudoleistes guirahuro (Vieillot, 1819) 
Casaca de couro da lama - Furnarius figulus (Lichtenstein, 1823) 
Sabiá do banhado - Embernagra platensis (Gmelin, 1789) 
Freirinha - Arundinicola leucocephala (Linnaeus, 1764)


O príncipe é uma ave migratória, chega aqui no mês de setembro, o Caboclinho branco também vem em meses determinados. 
Claro que algumas espécies citadas podem ser vistas em áreas mais afastadas, porem todas as vezes que visitamos essas lagoas elas foram observadas nessa região. 

Príncipe - Pyrocephalus rubinus (Boddaert, 1783) 
Caboclinho branco - Sporophila pileata (Sclater, 1864) 
João pobre - Serpophaga nigricans (Vieillot, 1817) 

Esse local é muito importante para a preservação de muitas espécies, por isso devemos cuidar melhor dos nossos rios, lagos, lagoas, conservando e mostrando o o que temos de bom no nosso município, evitando assim que ambientes como esse possam ser destruídos pela ganância do ser humano.





Fonte: Wikiaves

domingo, 23 de abril de 2017

Aves aquáticas

A região de São Sebastião do Paraiso é rica em água, apesar de vários rios e córregos poluídos ainda é possível encontrar locais incríveis com água limpa e muitas aves se alimentando e vivendo confortavelmente.

Passando por esses locais encontramos espécies lindas, algumas mais ariscas e outras mais tranquilas, permitindo assim uma boa aproximação.

Quando a espécie for difícil de fotografar é melhor observar de longe seu comportamento e ver onde costuma ficar, algumas escolhem um ponto e após se alimentarem ficam paradinhas e se tiver uma árvore ou vegetação onde possa se esconder vai facilitar pra conseguir fotos melhores, é só chegar mais cedo, se esconder e esperar o momento certo. 

As fotos abaixo foram feitas em dois locais na região, um deles a variedade é muito grande e sempre encontramos novidades principalmente aves migratórias. Pelo menos uma vez por semana nós frequentamos essa fazenda. 

Biguatinha - Anhinga anhinga (Linnaeus, 1766) 
Biguá - Phalacrocorax brasilianus (Gmelin, 1789) 
Asa branca ou Marreca cabocla - Dendrocygna autumnalis
(Linnaeus, 1758)
Anhuma - Anhima cornuta (Linnaeus, 1766) 
Cabeça seca - Mycteria americana Linnaeus, 1758 
Colhereiro - Platalea ajaja Linnaeus, 1758 
Coró coró - Mesembrinibis cayennensis (Gmelin, 1789) 
Carão - Aramus guarauna (Linnaeus, 1766)
Frango d´água azul adulto - Porphyrio martinicus (Linnaeus, 1766) 
Frango d´água azul jovem - Porphyrio martinicus (Linnaeus, 1766) 
Frango d’água comum - Gallinula galeata (Lichtenstei, 1818) 
Garça branca grande - Ardea alba Linnaeus, 1758 
Garça branca pequena - Egretta thula (Molina, 1782) 
Garça moura - Ardea cocoi Linnaeus, 1766 
Garça real - Pilherodius pileatus (Boddaert, 1783) 
Irerê - Dendrocygna viduata (Linnaeus, 1766) 
Jaçanã - Jacana jacana (Linnaeus, 1766) 
Marreca de bico roxo macho - Nomonyx dominica (Linnaeus, 1766) 
Marreca de bico roxo fêmea - Nomonyx dominica (Linnaeus, 1766) 
Martim pescador grande - Megaceryle torquata (Linnaeus, 1766) 
Martim pescador pequeno - Chloroceryle americana (Gmelin, 1788) 
Martim pescador verde - Chloroceryle amazona (Latham, 1790) 
Maçarico solitário - Tringa solitaria 
Mergulhão caçador - Podilymbus podiceps (Linnaeus, 1758)


Narceja - Gallinago paraguaiae (Vieillot, 1816) 
Narcejão - Gallinago undulata (Boddaert, 1783) 
Pato do mato - Cairina moschata (Linnaeus, 1758) 
Pernilongo de costas brancas - Himantopus melanurus Vieillot, 1817 
Pé vermelho - Amazonetta brasiliensis (Gmelin, 1789) 
Sana parda - Laterallus melanophaius (Vieillot, 1819) 
Saracura do banhado - Pardirallus sanguinolentus (Swainson, 1837) 
Saracura sana - Pardirallus nigricans (Vieillot, 1819) 
Savacu - Nycticorax nycticorax (Linnaeus, 1758) 
Socozinho jovem - Butorides striata (Linnaeus, 1758) 
Socozinho adulto - Butorides striata (Linnaeus, 1758) 
Socó boi adulto - Tigrisoma lineatum (Boddaert, 1783) 
Socó boi jovem- Tigrisoma lineatum (Boddaert, 1783)